Nos últimos 20 anos foram produzidos, nos municípios associados da Lipor, mais de 7.700.000 de toneladas de resíduos.
Dado avançado a propósito do 20º aniversário da Central de Valorização Energética da Lipor, assinalado no dia 3 de março, nas instalações da unidade localizadas na Maia, freguesia de Moreira.
Para acomodar todo este lixo seriam necessários três aterros. Milhares de hectares de terreno teriam sido inutilizados tendo em conta esta necessidade. E todos estes recursos seriam desperdiçados sem qualquer tipo de aproveitamento.
Há 20 anos, a Lipor apostou numa tecnologia diferente de modo a aproveitar o máximo potencial dos resíduos e avançou com um projeto inovador, a Central de Valorização Energética, produzindo energia que diariamente permite abastecer uma cidade.
A empresa intermunicipal continua a trabalhar para que cada vez menos resíduos acabem em aterros e para que cada vez mais os resíduos sejam um recurso, potenciando e promovendo a Economia Circular também na Gestão de Resíduos.
Na cerimónia na Lipor II, na Maia, foi descerrada a placa da Memória desta data a figurar nas instalações da Central, na presença de Aires Pereira, presidente do CA da Lipor, e de Silva Tiago, presidente da Câmara Municipal da Maia.
Principais dados de 20 anos de atividade da Central de Valorização Energética:
• 7.754.000 toneladas de resíduos valorizadas;
• 3725 GWh Energia Produzida (autoconsumo de 12,7%);
• Energia para alimentar cerca de 150.000 habitantes (cerca de 60.000 habitações);
• 1,5 milhões de toneladas de CO2e evitadas;
• 111,25 mil toneladas de sucatas valorizadas;
