“Temos de limitar ao máximo a circulação e o contacto social. O apelo que faço a todos é que tenhamos todos consciência que devemos limitar o máximo possível as nossas deslocações, os nossos contactos sociais e convívio social “ (António Costa – 1º Ministro)
Depois da declaração ao país, do primeiro-ministro António Costa, o Governo decretou esta sexta-feira, dia 13 de março, estado de alerta em todo o país, colocando os meios de proteção civil e as forças de segurança em prontidão, e anunciou um conjunto de medidas de apoio em várias áreas para ajudar a fazer face à situação.
A decisão foi tomada pelo Ministério da Saúde e o da Administração Interna e é aplicada aos serviços de saúde e proteção civil. Foi anunciada em conferência de imprensa, após uma reunião do Conselho de Ministros e depois do anúncio do encerramento de escolas a partir de segunda-feira, com vista à prevenção da transmissão do COVID-19.
Entretanto é pedido à população bom senso e responsabilidade neste período em que “está em causa a sobrevivência de todos nós” – acrescentou o primeiro-ministro – “A maior responsabilidade de cada um de nós é cuidar do outro, desde logo, tomando as medidas de higiene para evitar a contaminação do outro, e estas regras têm de ser sucessivamente repetidas por todos nós”.
Ficar por casa, evitar contacto social, trabalho à distância, restaurantes com 1/3 de capacidade, Shoppings com menor acesso e fecho de praias, discotecas e bares, são apenas algumas das medidas adotadas e que serão implementadas a partir de segunda-feira, 17 de março.
ÚLTIMA HORA: Já ao final desta manhã, a Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) determinou a suspensão da celebração comunitária das Missas, até “ser superada atual situação de emergência”. As Igrejas devem ficar fechadas e sem qualquer celebração de Missa ou Terço.
