“Gabriel” traz mau tempo

Portugal continental está a ser afetado, desde terça-feira. A Depressão Gabriel, vai trazer períodos de chuva, queda de neve e vento forte, no território do Continente. O mau tempo deverá prolongar-se até ao fim de semana.

Estas são as indicações do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA):

– Portugal continental será afetado por uma superfície frontal fria associada à depressão “Gabriel”, que estará centrada na Bretanha.

– Na sequência da superfície frontal, está previsto para o continente a ocorrência de períodos de chuva, em especial nas regiões Norte e Centro, e que será fraca na região Sul.

– Vento forte com rajadas até 65 quilómetros por hora (km/h) no litoral oeste, e até 85 km/h nas terras altas.

– A influência desta depressão em Portugal será sentida em algumas das zonas marítimas de responsabilidade nacional.

– períodos de chuva ou aguaceiros nas regiões Norte e Centro, em especial no litoral, que poderão ser de neve acima de 1.200/1.400 metros.

– Vento fraco a moderado predominando de noroeste, soprando por vezes forte, com rajadas até 60 km/h, no litoral oeste, e sendo forte (35 a 45 km/h), com rajadas até 80 km/h, nas terras altas.

– Possibilidade de neblina ou nevoeiro matinal em alguns locais e uma pequena subida da temperatura máxima.

– Temperaturas mínimas que vão oscilar entre os 01 grau (na Guarda) e os 09 (em Faro, Setúbal, Lisboa, Santarém, Leiria e Aveiro) e as máximas entre os 09 graus (na Guarda) e os 19 (em Faro).

 

Como acontece habitualmente, o Serviço Municipal de Proteção Civil deixa alguns conselhos para as próximas horas e dias.

Assim, o SMPC recomenda à população a tomada das necessárias medidas de prevenção, nomeadamente:

. Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;
. Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível formação de lençóis de água;
. Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;
. Retirar das zonas confinantes, normalmente inundáveis, equipamentos agrícolas, industriais, viaturas e outros bens;
. Ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando atenta para a possibilidade de queda de ramos ou árvores, em virtude de vento mais forte.

 

Esteja atento às indicações das autoridades e siga as alterações do estado do tempo em www.ipma.pt

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