Pela primeira vez desde que foi constituído, no ano 2000, o Centro Hospitalar Povoa de Varzim-Vila do Conde fechou o seu contrato-programa de 2017 com 100% de taxa de execução.
Neste âmbito, refira-se que, em termos da consulta externa, registou-se, entre 2014 e 2017, um aumento de 13,5% no número de consultas, e relativamente ao último ano um crescimento de 5,6%, para as 87.223 consultas. A instalação no Centro Hospitalar do Serviço de Psiquiatria e Saúde Mental foi importante para este acréscimo, a par das consultas de Imunoalergologia.
Também o Serviço de Obstetrícia continua a ter um sustentado crescimento e procura inclusivamente de utentes de todo país, tendo passado dos 737 partos, em 2014, para os 957, em 2017. De resto, é de salientar que em toda a região Norte, que engloba 13 Serviços de Obstetrícia, o CHPVVC foi mesmo o que maior crescimento consolidou no número de nascimentos verificados, aumentando em 8% no último ano.
Ao nível da atividade cirúrgica, também foi registado um aumento do número de cirurgias em 3,3% para as 5.280 cirurgias em 2017. É ainda de salientar que relativamente ao SIGIC (Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia), o CHPVVC recebeu, desde 2016, oriundos de outros hospitais, mais de 570 utentes com os seus respetivos vales cirúrgicos, posicionando-se, ao nível de benchmarking, como o hospital com melhor performance de resultados, no comparativo com instituições de igual dimensão.
Neste balanço de 2017, em que muitos desafios foram colocados e atingidos, o presidente do CHPVVC, José Manuel Cardoso, refere “O cumprimento do contrato programa sempre foi o objectivo deste CHPVVC, e num ano (2017) particularmente difícil, tê-lo alcançado foi um êxito! Todos acreditamos que tal desígnio era possível, apesar dos diversos condicionalismos e em particular a falta de espaços físicos. Também termos recebidos mais profissionais de saúde ajudou imenso a alcançar este resultado e registamos com agrado o interesse de muitos mais profissionais quererem ingressar na nossa instituição. Isto prova que o CH é apelativo e tem um papel importante no SNS, não só pela prestação de cuidados à sua população alvo, mas também à população fora da sua área geográfica que aqui receberam e recebem cuidados.”

