Póvoa de Varzim volta a queixar-se da Resulima

A Câmara da Póvoa diz que teve que voltar a fazer queixa à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Norte por causa do impacto da Resulima na vida quotidiana das populações de Rates e Laúndos.


A Câmara Municipal da Póvoa de Varzim remeteu à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), na passada sexta-feira, todas as reclamações que foram, até ao momento, remetidas por munícipes residentes das freguesias de Rates e Laúndos afetados pela atividade da infraestrutura gerida pela empresa Resulima, localizada na freguesia de Paradela em Barcelos.

Em virtude de as reclamações de poluição atmosférica serem recorrentes desde o início do ano, altura em que a infraestrutura em causa iniciou a sua atividade, o município da Póvoa de Varzim já havia recorrido à CCDR-N, no passado mês de março, entidade que acabou por confirmar a existência de “odores incomodativos” e de oito inconformidades no funcionamento do equipamento.

Foi dado à empresa gestora um prazo de 180 dias para resolver estes problemas identificados pela CCDR-N, encontrando-se a infraestrutura a funcionar, desde então, com uma licença provisória. No entanto, e visto que as reclamações dos munícipes se mantêm tendo impacto direto no seu bem-estar e qualidade de vida, a Câmara teve, mais uma vez, que remeter nova comunicação à CCDR-N.

O Município da Póvoa de Varzim apela a que esta situação seja resolvida com a maior brevidade possível, reservando-se ao direito de, no futuro e caso não seja tomada nenhuma diligência, recorrer a outras vias para salvaguardar os interesses da comunidade local.

Póvoa de Varzim volta a queixar-se da Resulima

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