SOS Rio Paiva quer limite de visitantes nos passadiços e na ponte

A associação SOS Rio Paiva manifesta-se preocupada com o aumento da pressão turística e com a poluição, na sequência da inauguração da ponte suspensa em Arouca, pedindo, por isso, que se limite o número de visitantes.

A associação não-governamental considerou a nova ponte “um equipamento de relevo, capaz de projetar o concelho de Arouca e o rio Paiva em todo o mundo e atrair muitos milhares de turistas à região”, mas alerta que devem ser tidos em conta o aumento da “pressão humana” nesta zona e a poluição.

Em comunicado enviado à agência Lusa, a SOS Rio Paiva sensibiliza as autoridades para que imponham restrições no acesso à ponte suspensa, construída na Garganta do Paiva, em Arouca, e aos Passadiços do Paiva, para preservar esta área protegida e “para que não se repitam os graves problemas que surgiram após a abertura dos Passadiços do Paiva, em 2015, devido ao excessivo fluxo de turistas”.

“A SOS Rio Paiva apela para uma redução do número máximo de acesso de pessoas aos equipamentos construídos, para minimizar a pressão no rio e melhorar a experiência de quem procura um turismo de natureza sustentável”, defende a associação de promoção do ambiente.

SOS Rio Paiva quer limite de visitantes nos passadiços e na ponte

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