Afinal governo de Passos Coelho recuou na decisão, afirmando que foi um erro a alteração feita à Urgência do Hospital da Póvoa de Varzim.
Depois do protesto do presidente da Câmara, Aires Pereira, em Conferência de Imprensa, na sexta-feira, o Ministério da Saúde emitiu um comunicado onde se afirma que foi um “erro”, que “oportunamente será corrigido” e que a Urgência da Póvoa manter-se-á como médico-cirúrgica.
“Pela primeira vez na minha vida política, vou interpor uma providência cautelar para suspender este despacho”, tinha afirmado Aires Pereira aos jornalistas, na sexta-feira, às 15h00.
O autarca não aceitava o despacho do Ministério da Saúde que retirava às Urgências do centro hospitalar todas as especialidades, incluindo a maternidade.
